
Andre Azevedo corre agora para tentar chegar entre os três melhores (foto: Theo Ribeiro/ www.webventure.com.br)
Um voo de aproximadamente 4 segundos custou ao trio de competidores do caminhão Petrobras Lubrax o dia de hoje. Com isso a equipe perdeu a segunda parte da etapa maratona e qualquer chance em ser campeão em sua categoria.
Mas a aventura vivida por André Azevedo, Maykel Justo e Ronaldo Pinto não aconteceu por vontade deles. De acordo com Azevedo, um erro na planilha da etapa de ontem deu um susto nos competidores. Não foi indicado onde tinha uma lombada muito forte, uma lombada lançante, que é um morro mais abrupto que te lança em linha reta. E com uma velocidade de 120 km/h o caminhão saiu voando, ficando uns 3, 4 segundos no ar, explicou o piloto.
Após voltar ao chão os danos foram imediatos. O caminhão caiu com a parte da frente e travou a transmissão dianteira e quebrou o semi-eixo, e com isso eu perdi a tração. Com isso eu tive que desmontar toda essa parte no meio do caminho e só consegui chegar à noite, após o horário máximo do parque fechado, informou André Azevedo.
Com isso o trio precisou ser rebocado de Barra (BA) até Petrolina, para só então receber o apoio mecânico da equipe.
André também disse que de nada adiantaria tentar encarar os desafios da especial de hoje com as atuais condições do veículo. Ficamos apenas com a tração 4X2, impossível de percorrer os trechos de areia, principal característica desta sétima etapa, ponderou.
Agora, já consciente daquilo que é possível fazer, o trio parte amanhã para enfrentar mais 197 quilômetros de especial, mas com o foco modificado. Ficar entre os três primeiros dos caminhões grandes e chegar ao final. Agora o objetivo mudou um pouquinho. Não é mais a vitória, porque está difícil, analisou o piloto.
*Com informações de Thiago Padovanni, direto de Petrolina (PE)
Este texto foi escrito por: Redação Webventure*
Last modified: junho 30, 2009