Carro foi modificado (foto: Caetano Barreira)
Felipe Bibas parte para o seu oitavo Rally dos Sertões empolgado com a sua Mitsubishi L200 Evolution e com a parceria de quatro anos com o navegador Emerson Cavassin. O carro passou por alguns ajustes e o piloto garante que este ano e expectativa é grande, mas que o carro não vence a competição por si só.
Com a experiência adquirida ao longo dos anos, Bibas revela que o segredo para concluir o Sertões não é ter o melhor carro. No primeiro dia não adianta sair a toda e querer ganhar, é preciso superar etapa a etapa. Mas o grande macete é achar o ritmo, descobri-lo durante a prova e andar em um ritmo bom e sem prejudicar o equipamento. É o ponto mais complicado durante o Sertões, revelou o piloto.
A vida da equipe Volkswagen com os melhores pilotos alerta o competidor a ter que andar mais forte, mas também tira pressão. A cobrança de ter que ganhar tudo não está mais nas minhas costas, e isso contribui para fazer uma prova pensando na minha categoria, a Protótipo, contou Felipe, que verá Maurício Neves, seu chefe de equipe e amigo a bordo do Touareg da escuderia alemã.
Preparação – Preocupado com a forma física, Bibas garante que está pronto para encarar os dez dias de competição nos cerca de 5 mil quilômetros. Apesar dos ajustes, o carro foi testado e aprovado. Temos uma pista aqui em Curitiba e treinamos aqui, o carro já foi bem testado. O carro é fácil de guiar, em comparação ao de 2007.
O carro é o mesmo utilizado em 2007, que deu o título da prova a Maurício Neves. A gaiola foi homologada no padrão FIA, com câmbio seqüencial, o mesmo motor, turbo específico de competição, assim como os freios.
No motor, reduzimos um pouco de potência para o Sertões, suspensão está acertada, acho que dá para fazer uma prova com cabeça e espero um bom resultado, concluiu Bibas.
Este texto foi escrito por: Bruna Didario