
Cânions com água verde-cristalina no caminho dos competidores (foto: Prefeitura de Canindé/ Divulgação)
Atualizada às 16h40
A partir das 13h desta segunda-feira os competidores do Brasil Wild Extreme começaram a enfrentar um vento contra de 15 nós na perna de canoagem, a primeira da prova. As 58 equipes seguem no trecho inicial até o primeiro Posto de Controle/Área de Transição, no Canindé do São Francisco. De lá pegam as bikes para mais dois PCs, no sentido da comunidade de Água Branca.
A SOS Mata Atlântica continua na liderança, abriu mais de 6 min da Quasar Lontra. A novidade no resultado é o avanço do Team Xpresso para a terceira colocação, ultrapassando os brasilienses da Oskalunga. Ambas seguem a 6min10 da Quasar, mas praticamente sem diferença entre elas.
Outra novidade está no quinto lugar, que passou agora para a Carbono Zero Unicred, do Rio Grande do Norte. Os potiguares, que contam com a ajuda de cariocas na equipe, deixaram a Selva para trás no fim da perna de canoagem.
Estratégia – Durante a remada os competidores podem optar por passar pelo PC Zero, que irá render quatro horas de desconto no tempo total. Para isso, ao menos um dos componentes deve sair do bote e caminhar pela margem, em um trekking de 12 quilômetros. A SOS Mata Atlântica já informou a organização que irá fazer o trekking, com apenas um integrante, enquanto os outros remam. “Para não perder força no caiaque”, afirmou Zé Pupo.
Enquanto remam, os competidores passam por uma das regiões mais inóspitas e belas do Brasil, nos Cânions do Rio São Francisco. Cercados por paredões de até 30 metros de altura e levados pela água verde-cristalina. Em alguns momentos o rio chega a ter 50 metros de largura
*Colaborou Thiago Padovanni, direto de Paulo Afonso (BA)
Este texto foi escrito por: Redação Webventure*
Last modified: abril 7, 2008